quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Hospital de Alfena estará pronto em Junho de 2009

http://jn.sapo.pt/2008/01/30/porto/hospital_alfena_estara_pronto_junho_.html

Hospital terá um tamanho "mediano". Será constuido por oito pisos

Carla Cruz


O Hospital Privado de Alfena (HPA), em Valongo, terá, de acordo com o futuro director clínico da unidade hospitalar, José Amarante, "equipamentos de última geração, do melhor que há no país". Foi desta forma que o responsável descreveu a futura unidade hospitalar do concelho de Valongo, ontem, na cerimónia de lançamento da primeira pedra da nova unidade de saúde, que deve abrir no Verão de 2009.

O Hospital Privado de Alfena, nasce da parceria entre o Grupo Trofa Saúde, responsável pela concepção, gestão e desenvolvimento do HPA, e do Grupo Eusébios, encarregue da construção do mesmo. Trata-se de um hospital construído de raíz, apostado em reunir nas mais diversas especialidades o melhor equipamento e a melhor tecnologia para tratamento dos doentes. Ficará situado perto da rotunda do Megalito.

Ao mesmo tempo, a unidade de saúde pretende entrar em contacto com as demais unidades, acabando por funcionar entre si num sistema de rede, com troca de dados sobre pacientes.

No seu total, o projecto conta com um investimento de cerca de 30 milhões de euros. O edifício prima pela junção num mesmo espaço dos conceitos de funcionalidade aliada ao design e consegue também juntar arquitectura com engenharia hospitalar. Terá um tamanho médio, com cerca de 17.8787 metros quadrados, e será constituído por oito pisos. No novo hospital estarão concentrados todos os cuidados de saúde, com especial atenção para as áreas da Cardiologia de Intervenção, Oncologia, Medicina, Ortopedia e Reabilitação.

O objectivo passa por fomentar um sentimento de familiaridade entre médicos e pacientes, transmitindo a ideia de um hospital "acolhedor, onde as pessoas não se percam", salientou José Amarante. Com a criação do novo hospital, está prevista ainda a criação de 400 novos postos de trabalho.

Atento às mudanças que se têm verificando em todo o país na àrea da saúde, para o presidente da junta de freguesia de Alfena, Arnaldo Pinto Soares, o investimento privado feito no concelho é uma lufada de ar fresco e uma aposta no futuro. " As iniciativas privadas serão a mola real do crescimento e do desenvolvimento", referiu.

sábado, 26 de janeiro de 2008

"Concelho precisa de investimento". A alteração pontual do PDM para Alfena

http://jn.sapo.pt/2008/01/26/porto/concelho_precisa_investimento.html

A alteração pontual do Plano Director Municipal (PDM) para Alfena, tendo em vista a instalação de um parque industrial, foi considerada por José Luís Pinto, vereador do Urbanismo da Câmara de Valongo, como a medida "mais adequada e preconizada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN). A medida consta da proposta que foi aprovada, anteontem, pela Câmara de Valongo, numa votação em que três vereadores do PSD se abstiveram. José Luís Pinto recusou-se a comentar o voto dos seu colegas de partido, mas insurgiu-se contra a posição tomada por Maria José Azevedo, vereadora eleita pelo PS.

"A proposta mais não é do que o iniciar do processo. A função dos políticos, e a mais difícil, é atrair investimento e a forma de os concretizar compete aos técnicos, havendo diversas formas legais de o fazer. Espantam-me estas dúvidas, tanto mais que Maria José Azevedo havia afirmado, em Outubro do ano passado, que a via a seguir 'outra não pode ser que não a elaboração de um Plano de Urbanização'. E essa não é a opinião da CCDRN", referiu o vereador.

O presidente da Junta de Freguesia de Alfena, Arnaldo Soares, também se insurgiu contra a votação de anteontem. "Querem matar a criança à nascença. Ainda há pouco tempo choravam o fecho da empresa Lear [de componentes automóveis] e agora parece que querem impedir a criação de cerca de 800 postos de trabalho. As preocupações são legítimas, temos de estar atentos, mas se não criarmos riqueza não a poderemos distribuir", afirmou o autarca ao JN.

Arnaldo Soares recordou que está em causa um investimento de cem milhões de euros e que se "o promotor andar mais um quilómetros poderá encontrar facilmente terreno noutro concelho". "Não podemos perder um projecto desta dimensão, principalmente com a economia em recessão", concluiu

sexta-feira, 25 de janeiro de 2008

Fernando Melo isolado por autarcas do próprio partido

http://jn.sapo.pt/2008/01/25/porto/fernando_melo_isolado_autarcas_propr.html


Reis Pinto

O insólito aconteceu, ontem, na reunião pública da Câmara de Valongo. Uma proposta de alteração pontual do Plano Director Municipal (PDM) para a Zona Industrial de Alfena teve apenas dois votos a favor do vereador do Urbanismo, José Luís Pinto, e do presidente da Câmara, Fernando Melo. Os restantes três vereadores sociais-democratas (incluindo o vice-presidente da Câmara) abstiveram-se. Maria José Azevedo, eleita pelo PS, fala em "clara divisão política" e "moção de censura" a José Luís Pinto, autor da proposta. Fernando Melo afirmou ao JN não se incomodar com "estas guerrinhas". "Se eles tivessem votado contra tirava-lhes todos os pelouros", sublinhou.

A proposta de alteração do PDM já havia sido analisada numa reunião de Câmara, em Outubro passado, e Fernando Melo resolveu retirá-la. Em causa está um projecto de investimento que contempla a criação de cerca de 800 postos de trabalho.

No entanto, o terreno onde o projecto será implantado, junto ao nó de Alfena da A41, é de Floresta de Produção e de Reserva Ecológica Nacional e, por isso, é necessário alterar o uso definido em PDM.

Na
nova reformulação, José Luís Pinto afirmou ter tomado em linha de conta um parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDRN), que considerou a alteração do PDM como "a figura mais adequada" para a nova zona industrial. "Todos os procedimentos legais estão a ser seguidos e a proposta voltará de novo à Câmara após a consulta pública e de terem sido ouvidas todas as entidades", revelou o vereador.


Contrato de investimento

Os argumentos não convenceram os restantes deputados do PSD, João Queirós, Mário Duarte e Miguel Santos, que queriam "celebração de um contrato de investimento, através do qual se possa identificar e fixar os promotores/investidores". Contrato que visaria "garantir a efectiva realização do investimento e assegurar a distribuição das mais-valias geráveis", impedindo a retenção dos solos para "especulação imobiliária".

Os vereadores consideraram, ainda, que a execução de um projecto desta dimensão e a salvaguarda dos interesses ambientais "convidam a uma maior precaução, nomeadamente no que respeita à implementação de medidas preventivas".

"Não é brilhante"

Maria José Azevedo é de opinião de que o projecto para a Zona Industrial de Alfena "não parece brilhante". "A Zona Industrial de Campo está quase terminada e tem ligação directa ao IC24. Fazia sentido esperar que ela estivesse lotada antes de criar outra zona. Preocupa-nos esta pressa e não havia necessidade de ir a reboque dos investidores", afirmou, ao JN, a autarca do PS. Por outro lado, para Maria José Azevedo, "está mais clara a divisão no PSD" e a "censura a José Luís Pinto".

Fernando Melo revelou não ter tido "dúvida alguma" em subscrever a proposta após o parecer da CCDRN. O JN tentou, em vão, confrontar José Luís Pinto com as afirmações de Maria José Azevedo

A4 está no bom caminho (CMV opõe-se ao alargamento)

http://jn.sapo.pt/2008/01/25/porto/a4_esta_bom_caminho.html

A Estradas de Portugal estará sensível aos argumentos da Câmara de Valongo, que se opõe ao alargamento da A4, mantendo o actual traçado, revelou, ontem, na reunião de Câmara, o vereador Mário Duarte.

"Reuni, na passada semana, com a Estradas de Portugal, manifestando a discordância da Autarquia. A nossa pretensão foi perfeitamente compreendida pela EP e estarão prestes a ser encetadas negociações com a concessionária, a Brisa, para que esta estude a solução que propomos", afirmou o vereador.

O alargamento da A4 entre o nó de Águas Santas, na Maia, e Campo, Valongo - um troço extremamente congestionado daquela auto-estrada - já deveria ter sido efectuado, pois regista 80 mil veículos de tráfego médio diário.

As dificuldades técnicas impostas pelo túnel de Águas Santas (cuja impossibilidade de alargamento foi reconhecida pelos técnicos) serão ultrapassadas com a construção de um novo túnel. A Brisa pretenderá construir um viaduto paralelo ao já existente sobre Valongo, um projecto que a Autarquia quer evitar, por chocar com uma área densamente urbanizada.

A Câmara, no entanto, está consciente de que o traçado alternativo proposto envolverá indemnizações avultadas, o que poderá dificultar a decisão.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Câmara de Valongo aprova alteração pontual do PDM para pôr armazéns na Reserva Ecológica

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1317593

Três vereadores da maioria abstiveram-se
24.01.2008 - 16h06 Lusa
A Câmara de Valongo aprovou hoje uma proposta de alteração pontual do Plano Director Municipal (PDM), apenas com os votos favoráveis de dois eleitos da maioria social-democrata e com a abstenção do PS e de três vereadores do PSD.

“O PSD está claramente dividido. É uma câmara tripartida”, disse à Lusa a vereadora socialista Maria José Azevedo, para quem a abstenção de três elementos do PSD foi “um voto de desconfiança em relação ao vereador José Luís Pinto”, proponente da alteração.

A proposta foi aprovada apenas com os votos do presidente da autarquia, Fernando Melo, e de José Luís Pinto.

Segundo Maria José Azevedo, a proposta visa viabilizar um investimento privado de instalação de um centro logístico de apoio a empresas numa área florestal, incluída na Reserva Ecológica Nacional (REN), na fronteira das freguesias de Alfena e Sobrado, junto à auto-estrada A41.

“São uns armazéns de apoio. Não é nada produtivo, não há valor acrescentado”, disse a autarca, salientando que, contudo, “é um investimento grande que interessa ao concelho”.

Área florestal em terreno privado

“O investimento até é desejável para o concelho, mas o terreno é privado, por isso os investidores é que vão ganhar. A Câmara tem de criar condições para ganhar também com isso”, frisou Maria José Azevedo.

Na sua declaração de voto, os quatro vereadores do PS salientaram que não foi ouvida a equipa responsável pela revisão do PDM e que “não está minimamente explicitada, muito menos justificada, nem a importância nem a urgência” da proposta.

Também em declaração de voto, os vereadores social-democratas João Queirós, Miguel Santos e Mário Duarte defenderam que “a boa execução de um projecto desta natureza e a salvaguarda dos interesses ambientais convidam a uma maior precaução, nomeadamente no que respeita à implementação de medidas preventivas”.

Estes três autarcas frisaram, contudo, que depositam no presidente da câmara “a confiança e garantia da melhor condução e legalidade dos procedimentos”, nomeadamente através da elaboração de um plano de pormenor, da adopção de medidas preventivas e da celebração de um contrato de investimento.

domingo, 20 de janeiro de 2008

Diminuição de dias de recolha do lixo em Valongo

http://jn.sapo.pt/2008/01/20/porto/pormenores.html

José Luís Pinto, vereador do Ambiente da Câmara de Valongo, assinalou que se perspectiva uma diminuição do número de dias de recolha e a mudança no serviço actualmente, é sobretudo porta-a-porta, mas passará a ser feito mais com contentores. Na origem destas eventuais medidas, a directiva comunitária que impõe às autarquias a repercussão dos custos do serviço nas taxas cobradas aos munícipes. Assim, impõe-se uma redução dos custos.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Mais de metade do Leça libertada de lixo e esgotos

http://jn.sapo.pt/2007/12/12/porto/mais_metade_leca_libertada_lixo_e_es.html

José Carmo

No rio Leça, entre Alfena e Ermesinde, faziam-se descargas iilegais

Oito meses após o início dos trabalhos de despoluição do rio Leça, foram ontem apresentados, no Centro Cultural de Alfena, Valongo, os primeiros resultados. Concluída a sua primeira fase de intervenção, 55% da área a ser despoluída está limpa, o que corresponde no terreno a 4,5 quilómetros, que atravessam as freguesias de Alfena e Ermensinde. Do local foram retiradas 177 toneladas de resíduos indiferenciados, 495 toneladas de resíduos verdes, 940 quilos de sucata e foram ainda identificadas 36 descargas irregulares.Foram também detectadas, segundo o vereador do Ambiente, José Luís Pinto, 1526 habitações incorrectamente ligadas à rede pública de saneamento e 143 sem qualquer ligação. O autarca referiu foram vistoriadas, entre os meses de Maio e Novembro deste ano, 4004 habitações e que, no total, serão vistoriadas, nos três anos de vigência do projecto, cerca de 24.200 habitações situadas na bacia. O rio Leça, que tem uma extensão de oito quilómetros no concelho de Valongo, é composto por nove "sub-bacias". Foram já limpas cinco dessas partes, começando por um processo de identificação das fontes de poluição, passando para a limpeza das margens e posteriormente para a correcção das anomalias existentes. Os trabalhos, interrompidos no terreno devido às condições climatéricas, prosseguem noutras vertentes. Os mais diversos parceiros que fazem parte do projecto, como a DECO, a Faculdade de Ciências do Porto, a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, procederão agora à análise dos dados obtidos. Por todo o concelho decorrem, ainda, acções de sensibilização. Nuno Matos Silva, representante das Águas de Valongo, alertou para o facto de haverem "ligações de saneamento incorrectas, que se encontram ligadas ao rio". A próxima fase do projecto arranca na próxima Primavera, mais concertamente no mês de Abril, estando previsto para o primeiro trimestre de 2008.

quinta-feira, 15 de novembro de 2007

Traçado da A4 gera protesto unânime


http://www.avozdeermesinde.com/noticia.asp?idEdicao=128&id=4093&idSeccao=1157&Action=noticia

REUNIÃO DA CÂMARA MUNICIPAL DE VALONGO


A alteração prevista pelas Estradas de Portugal e Brisa do traçado da auto-estrada A4, no troço entre Ermesinde e Valongo, abordada na reunião da Câmara Municipal de Valongo no passado dia 8 de Novembro, gerou uma reprovação unânime dos vereadores da maioria e da oposição. De facto, ao contrário das expectativas que resultavam de contactos anteriores, em vez de um novo traçado a norte, aliviando a pressão sobre o concelho e, sobretudo, a cidade de Valongo, a proposta agora surgida prevê o alargamento do troço referido, abrindo ainda mais a ferida no centro da capital do concelho. A Câmara aprovou uma proposta no sentido de se abandonar esta nova solução, voltando ao projecto antes acordado de desactivar a passagem da auto-estrada pela cidade de Valongo.

Fotos MANUEL VALDREZ
Fotos MANUEL VALDREZ

O documento aprovado unanimemente pela Câmara, sob proposta do vereador Mário Duarte, após referir a intenção das Estradas de Portugal (EP) e Brisa em alargar e beneficiar a auto-estrada A4 (Porto-Amarante) nos sub-lanços Ermesinde-Valongo- Campo, e avaliando a intervenção como «fundamental para elevar os padrões de segurança de circulação» e «aumentar a sua capacidade de fluidez face ao inadequado perfil existente», recordava ainda que o troço actual «atravessa (e divide) a cidade de Valongo», constituindo «uma forte barreira ao planeamento urbano do território», sendo «gerador de múltiplos impactos negativos, assumindo-se os de natureza ambiental como os mais significativos».
O documento recordava que a objectividade e pertinência desses factores entendidos pela EP tinham levado esta a iniciar o estudo de novo traçado, «o qual apontava para a construção de um novo troço entre Ermesinde e Valongo, prevendo-se a desactivação do troço actual que atravessa» a cidade de Valongo.
Sobre essa perspectiva, e embora se desconhecesse em pormenor, o traçado rigoroso e definitivo do troço, tinha a edilidade manifestado a sua concordância, mostrando-se agora surpreendida com a intenção de alargar a A4 mantendo o actual traçado e, assim, agravando os estrangulamentos impostos à cidade de Valongo nos aspectos já referidos.
A Câmara propõe o regresso a uma solução que evite o atravessamento da cidade da Valongo, propondo em alternativa, a passagem a norte, que, por sua vez, facilitaria o acesso à A41.
Aprovada a moção, Maria José Azevedo propôs que paralelamente ao envio daquela às entidades competentes, fosse também solicitado um pedido de audiência a um membro do Governo.

O MAIOR INVESTIMENTO PRIVADO
DO PAÍS NO ANO CORRENTE

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Ainda fora do período da Ordem do Dia, e devido às declarações públicas de Maria José Azevedo e José Luís Pinto sobre a retirada de uma proposta do Executivo em reiunião anterior da Câmara, referente a uma proposta de investimento no concelho, houve entre estes dois vereadores uma troca de posições, que foi atalhada por Fernando Melo.
A proposta, que foi retirada pela maioria a contragosto de José Luís Pinto, foi reputada por este como – a concretizar-se –, podendo ser «o maior investimento privado no País» no corrente ano (seriam cerca de 800 postos de trabalho), não devendo o município inviabilizar o interesse entretanto manifestado pelo investidor.
Outra questão tratada por Maria José Azevedo foi a da instalação de antenas da TMN em Campo, que motivou os protestos locais e a criação de uma comissão.
José Luís Pinto responderia que já tinha atendido essa comissão e estabelecido contacto com o responsável pelas infra-estruturas no Norte do País da TMN, o próprio presidente da Junta de Campo tinha também marcado um contacto com este responsável no sentido de sensibilizar a empresa para a não-instalação no local da referida infra-estrutura.
De qualquer modo, se a TMN insistisse em ali implantar a antena, a Câmara não poderia impedi-lo, esclareceu José Luís Pinto.
Outras questões abordadas na reunião foram referentes ao estacionamento na zona da Escola Secundária de Ermesinde (António Gomes), entre outros da frequência da recolha de ecopontos, abrigo dos passageiros na estação ferroviária de Ermesinde, bar da Vila Beatriz (todos por Jorge Videira), falta de iluminação na Gil Vicente em Ermesinde, e gincanas de automóveis – com correspondentes zaragatas frequentes – nas imediações do Parque Urbano, ainda em Ermesinde (Agostinho Silvestre).

PERÍODO DA ORDEM DO DIA

No período da Ordem do Dia foram aprovados um subsídio para suplemento alimentar a uma escola EB1/JI, e subsídios pontuais a duas festas (N.ª Sr.ª das Necessidades e S. Bartolomeu. Maria José Azevedo propôs que estas festas, de periodicidade anual sejam alvo de atribuição de subsídio prévio, em sede de orçamento, proposta que foi bem acolhida por Fernando Melo.
Uma decisão sobre questões de sinalização rodoviária nas freguesias de Alfena, Campo, Ermesinde e Sobrado, foi aprovada com a já habitual recusa do PS em votar estas matérias, considerando que seriam atribuição de outro órgão – a Assembleia Municipal.
A reunião terminou com o período destinado ao público, tendo uma munícipe apresentado a questão de uma obra a ser feita ilegalmentevem frente ao seu terreno e que, apesar de embargada, continuar a crescer. A Câmara respondeu que vai participar do caso, havendo crime de desobediência, e que, da sua parte, não autorizará o desrespeito pelas normas urbanísticas, mas que a munícipe deveria estar consciente de que a resolução da situação, do ponto de vista legal, pode ser demorada.
Por: LC

sexta-feira, 9 de novembro de 2007

Câmara reclama traçado alternativo para a A4

http://jn.sapo.pt/2007/11/09/porto/camara_reclama_tracado_alternativo_p.html

josé mota

Autarquia rejeita um novo viaduto sobre a cidad

Reis Pinto

A Câmara de Valongo defendeu, ontem, a construção de um novo troço da A4 entre as portagens de Ermesinde e Campo, que passaria a norte do actual traçado. Respondendo ao anúncio da empresa Estradas de Portugal (EP) e da concessionária Brisa, que terão manifestado a pretensão de construir mais um viaduto sobre Valongo para consumar o alargamento da A4, a Autarquia vai manifestar a sua discordância junto do Governo.

As obras de alargamento da auto-estrada deverão iniciar-se em 2009, mas a Câmara de Valongo foi "surpreendida", há cerca de três semanas, com o projecto apresentado pela EP/Brisa. Ontem, em reunião, foi deliberado, por unanimidade, rejeitar a opção da Estradas de Portugal, num documento que será entregue ao Governo.

A Autarquia deliberou rejeitar qualquer solução que "não passe pela construção de um novo troço entre Ermesinde e Valongo, desviado para norte do actual".

"Houve um primeiro contacto com a Estradas de Portugal e a alternativa que nos foi apresentada era interessante. Iria ser construído um novo troço da A4, entre Ermesinde e Campo, que passaria a norte do actual traçado, permitindo a ligação à A41 e acabando com aquela barreira na cidade. No entanto, foi agora anunciada a intenção de alargar o actual traçado, com a construção de mais um viaduto", afirmou ao JN, Mário Duarte, vereador da Câmara de Valongo.

Maria José Azevedo, vereadora eleita pelo Partido Socialista, subscreveu a proposta, mas fez notar que a Autarquia deveria ter "começado a pressionar mais cedo", mobilizando, igualmente, "a população de Valongo, que será extremamente afectada com a construção de mais um viaduto na cidade".

"Estamos solidários com a proposta, mas penso que a Câmara deverá ser, a partir de agora, mais pro-activa. Isto é, deve tomar a iniciativa e não estar à espera das decisões da Estradas de Portugal para depois as contestar. A Câmara tem de impor a sua opinião e exigir ser ouvida na elaboração do projecto de alargamento. Devemos ter em conta que um dos projectos da EP previa a passagem da auto-estrada pela serra de Santa justa. Toda a cautela é pouca", afirmou Maria José Azevedo.

Construído novo túnel

A Brisa anunciou, em Maio passado, que o estrangulamento da A4 provocado pelo túnel de Águas Santas iria ser resolvido com o recurso à construção de outra passagem inferior, a algumas dezenas de metros do actual. Aquela auto-estrada há muito que atingiu um volume médio de tráfego diário superior aos 60 mil veículos, quando o contrato de concessão obriga ao alargamento quando se regista um tráfego superior aos 35 mil veículos. A procura de alternativas ao túnel atrasou o processo "dois a três anos", conforme revelou, na altura, Almeida Mendes, director de gestão de empreendimentos da Brisa. Segundo aquele técnico, os estudos prévios para o novo túnel já estão concluídos e a obra poderá arrancar em meados do próximo ano. O novo atravessamento servirá para desviar o trânsito enquanto o actual túnel sofre obras de requalificação. Cada um deles irá, depois, servir um só sentido de trânsito.

sexta-feira, 2 de novembro de 2007

PS questiona dados de vereador do PSD (suspensão do PDM)

http://jn.sapo.pt/2007/11/02/porto/ps_questiona_dados_vereador_psd.html


O Partido Socialista de Valongo questionou, em comunicado, os números apresentados por José Luís Pinto, vereador do PSD, que defende a suspensão do PDM para instalar uma zona industrial em área de Reserva Ecológica Nacional, nas freguesias de Alfena e Sobrado.

Em declarações ao JN, anteontem, o social-democrata disse que o projecto em causa criaria 800 postos de trabalho e "praticamente resolveria a questão do desemprego" no concelho. "Só o desemprego registado pelo IEFP para o concelho de Valongo é, infelizmente, superior a seis mil activos", diz o PS. "Quer a dimensão do investimento, quer os postos de trabalho a criar não estão sustentados em qualquer estudo socioeconómico que nos tenha sido dado a conhecer", diz.

Os socialistas insistem no Plano de Urbanização como o instrumento mais adequado e insistem que "é ilegal e, logo, desadequado pretender que a suspensão" do PDM "baste para que passe a ser permitido o que, agora, o PDM não autoriza".